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	<title>Comentários sobre Euterpe - Blog de Música Clássica</title>
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	<description>Blog de música clássica</description>
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		<title>Comentário sobre Quando Paris se rendeu a Haydn por Frederico Toscano</title>
		<link>http://euterpe.blog.br/historia-da-musica/quando-paris-se-rendeu-a-haydn#comment-3720</link>
		<dc:creator>Frederico Toscano</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 May 2012 01:27:52 +0000</pubDate>
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		<description>De fato, Monteiro, a sinfonia nº 31 de Haydn foi um divisor de águas. Sua estrutura é absolutamente equilibrada em elaboração e densidade. É uma obra planejada como um todo, cuja finalização funciona como elo à origem; o fechamento de um ciclo que pode ser reiniciado indefinidamente. Se não me engano, foi a primeira sinfonia do compositor a ter tema com variações num segundo movimento... A empolgação de Haydn nessa obra-prima teve uma motivação à altura: era comemoração à chegada de novos trompistas, depois de tantas e tantas reivindicações do compositor ao seu patrão. Haydn quis mostrar ao príncipe que a contratação tinha valido a pena, colocando-os à prova para demonstração... Que prova de fogo!!! Li em algum lugar que a sinfonia nº 13 também foi (re)escrita para quatro trompas. Por falar nos concertos de Haydn, recomendo a gravação sensacional de Thomas Fey pela Hänssler, a melhor que conheço: http://www.haenssler-classic.de/detailansicht/titel/symphonies-nos-1-2-31/155473/155473/155473.html.
Leo, esqueci de indicar o próprio Fey também nas &lt;em&gt;Sinfonias Paris&lt;/em&gt;! Aliás, esse regente foi premiado recentemente com um &lt;em&gt;Grammy&lt;/em&gt; num CD de Salieri. Sim, ficamos esperando o seu post sobre os 10 momentos &quot;bizarros&quot; de Haydn! ;)
Ah, obrigado a Heber e Jean pelos elogios!
Abraço a todos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De fato, Monteiro, a sinfonia nº 31 de Haydn foi um divisor de águas. Sua estrutura é absolutamente equilibrada em elaboração e densidade. É uma obra planejada como um todo, cuja finalização funciona como elo à origem; o fechamento de um ciclo que pode ser reiniciado indefinidamente. Se não me engano, foi a primeira sinfonia do compositor a ter tema com variações num segundo movimento&#8230; A empolgação de Haydn nessa obra-prima teve uma motivação à altura: era comemoração à chegada de novos trompistas, depois de tantas e tantas reivindicações do compositor ao seu patrão. Haydn quis mostrar ao príncipe que a contratação tinha valido a pena, colocando-os à prova para demonstração&#8230; Que prova de fogo!!! Li em algum lugar que a sinfonia nº 13 também foi (re)escrita para quatro trompas. Por falar nos concertos de Haydn, recomendo a gravação sensacional de Thomas Fey pela Hänssler, a melhor que conheço: <a href="http://www.haenssler-classic.de/detailansicht/titel/symphonies-nos-1-2-31/155473/155473/155473.html" rel="nofollow">http://www.haenssler-classic.de/detailansicht/titel/symphonies-nos-1-2-31/155473/155473/155473.html</a>.<br />
Leo, esqueci de indicar o próprio Fey também nas <em>Sinfonias Paris</em>! Aliás, esse regente foi premiado recentemente com um <em>Grammy</em> num CD de Salieri. Sim, ficamos esperando o seu post sobre os 10 momentos &#8220;bizarros&#8221; de Haydn! ;)<br />
Ah, obrigado a Heber e Jean pelos elogios!<br />
Abraço a todos!</p>
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		<title>Comentário sobre Quando Paris se rendeu a Haydn por Leonardo T. Oliveira</title>
		<link>http://euterpe.blog.br/historia-da-musica/quando-paris-se-rendeu-a-haydn#comment-3718</link>
		<dc:creator>Leonardo T. Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2012 21:16:20 +0000</pubDate>
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		<description>Já que já foram citados Dorati, Fischer e Kuijken, me deixem acrescentar também o Harnoncourt - é pela interpretação deles que eu ouço a maior parte das sinfonias do Haydn.

E me impressiona nas sinfonias parisienses a velha qualidade de Haydn, capaz de guardar surpresas em cada obra: o ARDIL. Haydn daria outra ótima série de &quot;10 momentos bizarros&quot;, porque há sempre alguma inspiração bem humorada e improvável que renova o interesse da sua música.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já que já foram citados Dorati, Fischer e Kuijken, me deixem acrescentar também o Harnoncourt &#8211; é pela interpretação deles que eu ouço a maior parte das sinfonias do Haydn.</p>
<p>E me impressiona nas sinfonias parisienses a velha qualidade de Haydn, capaz de guardar surpresas em cada obra: o ARDIL. Haydn daria outra ótima série de &#8220;10 momentos bizarros&#8221;, porque há sempre alguma inspiração bem humorada e improvável que renova o interesse da sua música.</p>
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		<title>Comentário sobre Quando Paris se rendeu a Haydn por F. S. Monteiro</title>
		<link>http://euterpe.blog.br/historia-da-musica/quando-paris-se-rendeu-a-haydn#comment-3717</link>
		<dc:creator>F. S. Monteiro</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2012 20:53:17 +0000</pubDate>
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		<description>Pois é, mestre, parece que a Sinfonia 31 („Hornsignal“) de 1765 é tb uma das favoritas de Robbins Landon, que dela escreveu: “For those who know the rest of Haydn’s oeuvre, stretching away (as it were) towards the distant horizon, there is something peculiarly poignant about this Hornsignal Symphony, whose perfect construction and gay, light-hearted language, as yet untroubled with the ominous accents of Sturm und Drang, represent in some indefinable way Haydn’s farewell to youth; for in the next decades he was never quite able to recapture the deep-seated joy and innocence of this music.”

É legal lembrar tb que a orquestra de que Haydn dispunha em Esterhazy tinha trompistas tão bons, que ele não só os colocava em grupos de quatro (como nas sinfonias 31 ou 39), como tb compôs pelo menos dois concertos de trompa, e um para duas trompas, na época. No último movimento da 31, temos ainda aquela variação para as quatro trompas, capaz de tirar o sono de muito profissional, ainda hoje. Ah, e a sinfonia 73 (“La Chasse”) tem não só aquele contraponto legal no primeiro Allegro, como tb a fuzarca do par de trompas, no Presto final.

(Falando em trompa, uma sugestão pra tema de post: as obras que Mozart escreveu para seus instrumentistas de sopros favoritos, o clarinetista Anton Stadler e o trompista Joseph Leutgeb, que tanta gozação teve que aguentar do compositor. Abs.)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, mestre, parece que a Sinfonia 31 („Hornsignal“) de 1765 é tb uma das favoritas de Robbins Landon, que dela escreveu: “For those who know the rest of Haydn’s oeuvre, stretching away (as it were) towards the distant horizon, there is something peculiarly poignant about this Hornsignal Symphony, whose perfect construction and gay, light-hearted language, as yet untroubled with the ominous accents of Sturm und Drang, represent in some indefinable way Haydn’s farewell to youth; for in the next decades he was never quite able to recapture the deep-seated joy and innocence of this music.”</p>
<p>É legal lembrar tb que a orquestra de que Haydn dispunha em Esterhazy tinha trompistas tão bons, que ele não só os colocava em grupos de quatro (como nas sinfonias 31 ou 39), como tb compôs pelo menos dois concertos de trompa, e um para duas trompas, na época. No último movimento da 31, temos ainda aquela variação para as quatro trompas, capaz de tirar o sono de muito profissional, ainda hoje. Ah, e a sinfonia 73 (“La Chasse”) tem não só aquele contraponto legal no primeiro Allegro, como tb a fuzarca do par de trompas, no Presto final.</p>
<p>(Falando em trompa, uma sugestão pra tema de post: as obras que Mozart escreveu para seus instrumentistas de sopros favoritos, o clarinetista Anton Stadler e o trompista Joseph Leutgeb, que tanta gozação teve que aguentar do compositor. Abs.)</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Quando Paris se rendeu a Haydn por JeanC.</title>
		<link>http://euterpe.blog.br/historia-da-musica/quando-paris-se-rendeu-a-haydn#comment-3713</link>
		<dc:creator>JeanC.</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2012 17:50:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://euterpe.blog.br/?p=6626#comment-3713</guid>
		<description>Que primor! Descobri o site hoje e já estou devorando o que vocês escrevem. A velha e boa inteligência crítica! 

Volto a dizer... Que primor!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que primor! Descobri o site hoje e já estou devorando o que vocês escrevem. A velha e boa inteligência crítica! </p>
<p>Volto a dizer&#8230; Que primor!</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Quando Paris se rendeu a Haydn por Heber Fiori</title>
		<link>http://euterpe.blog.br/historia-da-musica/quando-paris-se-rendeu-a-haydn#comment-3687</link>
		<dc:creator>Heber Fiori</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 May 2012 11:56:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://euterpe.blog.br/?p=6626#comment-3687</guid>
		<description>Parabéns pelo post.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pelo post.</p>
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